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26 de jan de 2011

"Olho preguiçoso" - um tipo de cegueira prevenível e tratável

OLHO PREGUIÇOSO É A MESMA COISA QUE AMBLIOPIA
 
 
 
O termo ambliopia é originário do grego (amblios = tolo e ops = visão) e significa literalmente 'visão boba'. Trata-se da diminuição da acuidade visual, uni ou bilateral, num local que não se encontra lesão ocular ao exame oftalmológico. O problema é meramente funcional e pode ocorrer mesmo com uso de óculos, quando as estruturas oculares apresentam-se aparentemente normais (sem alteração orgânica).


A ambliopia aparece em decorrência de obstáculos ao desenvolvimento da visão. O olho amblíope não apresenta um amadurecimento normal da visão e é popularmente conhecido como "olho preguiçoso". A incidência de ambliopia em crianças em idade escolar é de aproximadamente 4% e, em geral, é prevenível ou tratável nos primeiros anos de vida.

Nos estrabismos, encontra-se ambliopia em 60% dos casos.

Detecção: fazendo a medida da acuidade visual, com a correção óptica apropriada, se houver necessidade de uso de óculos, ou sem óculos, caso não seja necessário o uso dos mesmos.

Causas: Estrabismo, diferença de erro de refração entre os olhos (alta hipermetropia e astigmatismo), catarata congênita e qualquer outro fator que impeça a formação do foco da imagem na retina são as causa mais freqüentes de ambliopia. No entanto, o estrabismo ainda é responsável por grande parte dos casos de ambliopia. Já com estrabismos de pequeno ângulo bem como diferenças de grau podem passar desapercebidas aos pais e ao médico não especialista, a prevenção da ambliopia definitiva está no exame oftalmológico de todas as crianças antes dos dois anos de idade.

Mecanismo: O mecanismo da ambliopia consiste que c ada um dos dois olhos envia uma imagem para o cérebro, o qual precisa juntá-las formando uma só imagem. Quando os dois olhos enviam uma imagem igual para o mesmo objeto obtém-se facilmente a fusão das imagens. Porém, quando cada olho está fixando num ponto, o cérebro recebe duas imagens muito diferentes entre si e não consegue juntá-las.

Como defesa, o olho elimina automaticamente a imagem que vem do olho desviado. A supressão do olho desviado faz com que não haja desenvolvimento visual e fica o olho mais fraco (amblíope ou olho preguiçoso).

Tratamento: O tratamento da ambliopia começa com o uso de correção óptica (se indicada) seguida da oclusão do olho de melhor acuidade visual. Isto é feito para permitir que o olho mais fraco se desenvolva.

Nos casos de estrabismo o tratamento inclui ainda a correção do desvio.

Sucesso ou fracasso no tratamento: A oclusão do olho bom geralmente não é bem aceita pela criança (que não quer ficar apenas com o olho ruim), mas a persistência dos pais no tratamento deve ser mantida para a recuperação da visão da criança.

Dois fatores são importantes na adesão ao tratamento: acuidade visual inicial e intensidade da ambliopia. Quanto melhor a visão inicial e menos tempo decorrer para se obter uma acuidade visual funcional, maior será a chance de sucesso do tratamento.

Quanto mais precoce é o tratamento da ambliopia, melhor é o resultado.

Os pais de crianças com ambliopia devem estar cientes de que o tratamento é prolongado e também o único meio eficaz de corrigir o problema e que se a criança abandonar o tratamento a visão regride novamente, ou seja todo o tratamento é perdido.

O que pode acontecer caso a ambliopia não seja tratada:

Se o olho amblíope não for tratado terá uma perda visual irreversível e a criança terá 50 % mais chance de ficar cega, uma vez que ninguém está excluído de ter uma doença ou acidentar um olho bom em alguma época da vida.

O desenvolvimento de visão nos dois olhos é importante. Muitas profissões não admitem pessoas que tenham boa visão em apenas um olho. Caso a pessoa perca visão em um olho por trauma ou doença, é essencial que o outro olho tenha boa visão. Por todos estes motivos, a ambliopia deve ser detectada e tratada o mais precocemente possível.

Finalizando, a ambliopia pode ser prevenida e detectada com o exame oftalmológico precoce e a medida da acuidade visual, que torna-se confiável por volta de 3 e 1/2 anos a 4 anos de idade, que devem ser repetidos anualmente, mesmo que sempre dêem normais, devendo ser repetidos até os 7/8 anos de idade, pois é na fase escolar que muitos problemas são mais evidentes, tais como:

Reclamar de dor de cabeça e/ ou lacrimejamento durante ou após esforço visual (na escola, TV , leitura)

Aperta ou arregala os olhos para ver melhor ;

Aproxima-se da TV ou do livro para ler;

Evita brincadeiras ao ar livre;

Apresenta desinteresse na leitura;

Apresenta mudanças do comportamento, olhos vermelhos após leitura e caspa nos cílios.











Puxaram seu tapete no trabalho?





Tags: Elogio, Inveja, Liderança, trabalho

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Em qualquer ambiente de trabalho existem aqueles caras invejosos, que são incapazes e ficam com ciúme do seu talento, de ver que você está vencendo e ganhando mais do que eles. Procuram de todo jeito puxar o seu tapete, te derrubar. Falam mal de você para o seu chefe, para os seus colegas, mas quando estão na sua presença ficam te elogiando. São as “traíras” de carteirinha que existem por aí e você precisa aprender a conviver com eles.



Como? Primeiro faça bem o seu trabalho. O chefe que se deixa impregnar com comentários maldosos desse tipo é um mau chefe, muito provavelmente é incompetente. Se ele dá bola para fofocas, preste atenção! Procure ter uma conversa franca com ele, abra o jogo. Diga que sabe da existência de conversas a seu respeito e gostaria de saber a opinião dele em relação ao seu trabalho. Isso vai acabar exercendo uma tremenda pressão sobre o chefe e ele vai ter de se posicionar.



A minha experiência mostra que, na maioria das vezes, ele vai dizer que é impressão sua e não é nada disso do que você está pensando. Aproveite o momento e ressalte que você gosta do seu trabalho, está ali para o que der e vier. E enfatize, diga que sempre fará mais do que é capaz. Você pode estar certo que aqueles que querem puxar o seu tapete não vão ter mais espaço. Agora, se seu chefe é daqueles que não dão ouvidos a boatos, fofocas e intrigas, não há razão para se preocupar.



E você, o que vai fazer com relação a essa pessoa que está querendo puxar o seu tapete? Ahhh, um alerta! Nem sempre você consegue de fato identificá-lo. Mas se você sabe muito bem quem é, tenha uma conversa com ele. Nada de briga. Traga-o para perto e fale que vocês podem subir juntos na empresa e seja objetivo mostrando que ele não precisa apagar a sua luz pra ele brilhar. Essa conversa vai ajudar. É muito bom perdoar as “traíras”, só não esqueça o nome deles.

Fonte: http://noticias.r7.com/blogs/julio-cardozo/2011/01/26/puxaram-seu-tapete-no-trabalho/